Interface Interativa

Meios Ecológicos ou Economicos

Publicado por: lucasr1 em: dezembro 1, 2008

Grupos de humanos são considerados “meios” ecólogicos ou econômicos nos quais espécies de representações ou idéias aparecem e morrem, se propagam ou regridem, compente entre si ou vivem de simbiose, conservam-se ou transformam-se. Não falamos apenas das idéias, representações, mensagens ou proposições individuais, mas também de suas espécies: gênero literários ou artísticos, modos de organização dos conhecimentos, tipos de argumentações ou “lógicas” em uso, estilo e suporte de mensagens.

Inteligência

Publicado por: lucasr1 em: dezembro 1, 2008

“Inteligência é o conjunto canônico das aptidões
cognitivas, a saber, as capacidades de perceber,
lembrar, de aprender, de imaginar e de raciocinar”

segundo o Wiki:

A inteligência pode ser definida como a capacidade mental de raciocinar, planejar, resolver problemas, abstrair idéias, compreender idéias e linguagens e aprender. Embora pessoas leigas geralmente percebam o conceito de inteligência sob um escopo muito maior, na Psicologia, o estudo da inteligência geralmente entende que este conceito não compreende a criatividade, a personalidade, o caráter ou a sabedoria.

“Cada indivíduo humano possui um cérebro
particular, que se desenvolveu, a grosso modo,
sobre o mesmo modelo que o dos outros membros
de sua espécie.”

Pierre Lévi – Virtual/Atual

Publicado por: lucasr1 em: dezembro 1, 2008

O conceito de virtual é amplamente pensado como desprovido de realidade. Lévy nos mostra que essa visão é errônea já que o virtual é real e não se opõe ao mesmo, ainda que não esteja nas categorias de tempo e espaço (é desterritorializado e atemporal). Segundo Deleuze o virtual é real sem ser atual. Podemos pensar Virtual como uma problemática sem forma definida e o atual como a resposta a essa problemática. O exemplo dado pelo próprio Lévy é que “o problema da semente…” “é fazer brotar uma árvore. A semente é um problema mesmo que não seja somente isso. Isto significa que ela “conhece” exatamente a forma da árvore que expandirá sua folhagem acima dela.”(O que é o virtual,1998). Um exemplo prático da falta de território e tempo da virtualidade pode ser dado por uma conversa por telefone ou por MSN. Qual é o lugar onde acontecem essas conversas? Digamos que as duas pessoas que se comunicam estejam em pontos opostos do globo, qual seria a hora? A resposta é em qualquer lugar e a qualquer tempo. Assim como ocorre com o acesso a qualquer arquivo da Internet, você pode ler este texto em qualquer lugar e a qualquer tempo.

Pierre Lévi – Universalização e Totalização

Publicado por: lucasr1 em: dezembro 1, 2008

Conceito que aparece com a criação da escrita, sua principal característica e o rompimento com o tempo e espaço, ou seja, as informações não estavam mais limitadas ao meio oral. Agora a escrita fixa a mensagem no papel e esta não fica presa nem a questões geográficas ou temporais, podendo chegar a qualquer lugar do planeta, universalizando a mensagem. Antes do surgimento da escrita, a forma de comunicação era oral, ou seja, o emissor e o receptor estavam inseridos no mesmo ambiente havia uma interação entre as partes. Consequentemente as informações e o conhecimento necessitavam de estar em um circulo oral, para não cair no esquecimento. Com a criação deste novo meio, surge uma nova forma de comunicação, com ela não há a necessidade do emissor e do receptor encontra-se no mesmo espaço físico ou temporal. Por outro lado, a escrita também criou o segundo conceito. A escrita possibilitou com que a interação que havia no meio oral deixasse de existir, com isso em um texto escrito há uma totalização, ou seja, somente o emissor e que fala, segundo o seu entendimento sem a possibilidade de interação do seu receptor. Da mesma forma, os meios de comunicação de massa seguem este regime totalitário, onde não existe espaço para uma interação e há uma forma linear e pré-determinada de raciocínio. Com a Internet, a universalização continua, todavia, por outro lado, a totalização some, pois neste meio a interatividade é contínua, ou seja, não há mais um saber autoritário, monolítico e centralizado.

Inteligência coletiva – Pierre Lévi

Publicado por: lucasr1 em: dezembro 1, 2008

Inteligência coletiva é um conceito surgido a partir dos debates promovidos por Pierre Lévy
sobre as tecnologias da inteligência, caracterizado por um novo tipo
pensamento sustentado por conexões sociais que são viáveis através da
utilização das redes abertas de computação da Internet. A disseminação
de conteúdos enciclopédicos sobre plataformas Wiki, é um exemplo da
manifestação desse tipo de inteligência, na medida em que permite a
edição coletiva de verbetes e sua hipervinculação

Interatividade – Pierre Lévi

Publicado por: lucasr1 em: dezembro 1, 2008

De acordo com Levy, antes da popularização da internet o espaço público de comunicação era controlado através de intermediários institucionais que preenchiam uma função de filtragem entre os autores e consumidores de informação. Hoje, com a internet quase todo mundo pode publicar um texto sem passar por uma editora nem pela redação de um jornal. No entanto, essa liberdade de publicações que a internet oferece, acarreta no problema da veracidade, da garantia quanto a qualidade da informação. A cada minuto, novas pessoas assinam a Internet, novos computadores se interconectam, novas informações são injetadas na rede. Quanto mais o ciberespaço se estende, mais universal se torna. Novas maneiras de pensar e de conviver estão sendo elaboradas no mundo das telecomunicações e da informática.

Segundo o filósofo, “as redes de computadores carregam uma grande quantidade de tecnologias intelectuais que aumentam e modificam a maioria das nossas capacidades cognitivas”, ou seja, o computador é um instrumento de troca, de produção e de estocagem de informações, tornando-se desta forma, um instrumento de colaboração. A televisão, ao contrário, para Lévy, é um meio de comunicação passivo, pois não proporciona ao receptor nem troca de informação, nem interatividade, pois ao assistir uma programação na TV, o receptor apenas absorve as informações, mas não consegue interagir com o emissor.

Lévy afirma ainda que “a comunicação interativa e coletiva é a principal atração do ciberespaço”. Isso ocorre porque a Internet é um instrumento de desenvolvimento social. Ela possibilita a partilha da memória, da percepção, da imaginação. Isso resulta na aprendizagem coletiva e na troca de conhecimentos entre os grupos.

Mc Luhan – Meios Quentes e Meios Frios

Publicado por: lucasr1 em: dezembro 1, 2008

Meios quentes, exemplos e características: rádio, cinema. Meios quentes prolongam um único sentido em “alta definição”, ou seja, saturação de dados. Os meios quentes não deixam muita coisa a ser preenchida pela audiência. Exclui. Outros exemplos cujas características principais são de meios quentes: alfabeto fonético, sociedades desenvolvidas, grandes cidades, Ocidente.

Meios frios, exemplos e características: telefone, televisão. Meios frios possuem baixa definição; transmitem pouca informação. Em virtude disso, deixam muito a ser preenchido pela audiência. Inclui. Outros exemplos cujas características principais são de meios frios: alfabeto de ideogramas, sociedades orais e terceiro-mundistas, comunidades rurais, Oriente.

Uma outra distinção feita é a de que meios quentes não exigem muito da participação do espectador, como o rádio. Pode-se escutar o rádio e fazer outras coisas. Logo, ele não monopoliza nossa atenção. Já os meios frios monopolizam a participação do espectador, como no caso da TV. Quando se assiste à TV, não se Poe fazer praticamente mais nada mão mesmo tempo. Finalmente a grande questão do milênio é se a Internet é meio quente ou frio, pois esta apresenta características de ambos.

A comunicação é um processo orientado para a cadeia

Publicado por: lucasr1 em: dezembro 1, 2008

Envolve indivíduos em grupos, organizações e sociedades, os sistemas recebem inputs do meio ambiente e output na forma de comportamento.

São 3 níveis,

o primeiro de padrões de comportamento,o segundo observa, ocorrem num grupo durante a execução de uma tarefa,e o terceiro consiste em fases ciclicamente recorrentes de tarefa para tarefa.

Comunicamos através do uso de sinais, para que ocorra o entendimento, os simbolos devem ser validados, e o uso governado por regras observado. Além de postulados de concateneidade e simultaneidade.